“… Parece colorida surgindo na floresta, brotando da própria terra […] fusão
e transmutação dos laranjas, magentas, amarelos, brancos e azuis. Luzes e
sombras também são cortadas por folhagens verdes. A arte de Hélio brota
encoberta pela mata da tijuca […] mergulho da “cor-luz” e natureza
constituem um convite ao ambiental […] Este trabalho é o ápice da cor que
reinventa do espaço. […] O Magic Square nº 5, De Luxe é a realização […]
de uma nova realidade plástica […] em que arquitetura, escultura e pintura
estariam fundidas e não integradas. […] é a culminância de um processo do
início do século XX, de desmonte do quadro para conservar a pintura. Só
que a pintura teve que abandonar o plano da tela e buscar no espaço físico
do mundo (fundindo-se como arquitetura) aquilo que a representação
perseguia como imagem (DOCTORS, 2000)."


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